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Hiperglicemia

Causas

O nome hiperglicemia define o excesso de glicose no sangue. Resultados acima de 160 mg/dL já caracterizam um quadro de hiperglicemia. Ocorre geralmente quando o tratamento com insulina ou medicamentos não é suficiente para controlar o diabetes. Entre as causas da hiperglicemia, podemos citar:

 

- administração de medicamento ou insulina em doses insuficientes

- abusos alimentares (doces, álcool, carboidratos)

- medicação inadequada

- gripe e infecções em geral

 

Nos portadores de diabetes, a glicose do sangue não é aproveitada de maneira correta pelas células, seja por falta de insulina ou por algum impedimento da célula, que não recebe glicose suficiente.

 

Sintomas

O portador de diabetes pode identificar facilmente os sintomas de hiperglicemia, tais como:

 

- sede acima do normal e desidratação

- excesso de urina

- fraqueza e tontura

- respiração acelerada

- faces avermelhadas

- dores abdominais

 

CETONAS

Um sinal de alerta

Quando há hipoglicemia, a glicose no sangue aumenta e não passa para as células, então o corpo passa a consumir gordura para obter energia, produzindo cetonas e intoxicando o sangue.  É fundamental testar o nível de cetonas se a glicose no sangue estiver acima de 240 mg/dL durante alguns dias. Os sintomas são os mesmos da hiperglicemia, mas também pode ocorrer hálito cetônico (maçã podre) e emagrecimento.

 

Nesses casos, a presença de cetonas pode levar o paciente ao coma, o que exige tratamento hospitalar para hidratação, reposição de eletrólitos e estabilização da glicemia.

 

Causas da Cetoacidose 
A cetoacidose é causada pela falta de insulina e o aumento de hormônios contra reguladores como glucagon, adrenalina, hormônio do crescimento e cortisona. Esses hormônios aumentam em situações de estresse emocional e doenças agudas como as infecciosas, desde gripe até as mais graves. Assim, o portador que usa insulina pode necessitar de uma dose extra para compensar o aumento dos hormônios de efeito contrário à insulina.

 

Destas causas, as mais importantes são aquelas que resultam de processos infecciosos, exigindo atenção redobrada de médico e paciente. A automonitorização da glicemia e cetonas com uso de fitas e glicosímetros permite avaliação mais precisa da necessidade de insulina, ajudando a evitar a cetoacidose e o diagnóstico da presença de cetonas.

 

Alguns pacientes apresentam dificuldade para avaliação de cetonas pela urina, tais como pessoas com desidratação ou problemas renais, bebês, idosos e portadores de bexiga neurogênica. Nesses casos, é mais seguro avaliar as cetonas e a glicose em um mesmo equipamento.

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Última atualização: 15/03/2016
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